Peças para o próximo leilão

642 Itens encontrados

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  • FOTOGRAFIA, uma (1) antiga câmera fotográfica, anos 70/80, marca KODAK, modelo INSTAMATIC 177X, usada, não testada e sem garantia, vide foto.
  • LOUÇA  ALEMÃ, uma (1) caneca de cerveja com propaganda da ULMER  GOLD-OCHSEN BIER, marca de origem em cavo no fundo W. GERMANY (Alemanha Comunista), medindo 13 cm altura, ideal para coleção de bar, vide foto.
  • METAL PRATEADO, uma (1) petisqueira no formato de três conchas bivalves unidas formando um trevo, marca EBERLE (Abramo Eberle 1880, Monte Magrè 1945, Caxias do Sul, veio com uma das primeiras levas de imigrantes italianos para o Brasil em 1884 junto com seus pais Giuzeppe Eberle e Luigia Zanrosso, seu pai abriu uma pequena funilaria mas como tinha que trabalhar na lavoura quem cuidava era a mãe e o pequeno Abramo ajudava na funilaria; em 1896 quando o pai resolveu vender a funilaria para concentrar os esforços da família na lavoura Abramo, com 16 anos de idade, se propôs a comprá-la do pai, em 1918 já com o nome Abramo Eberle & Cia iniciou a fabricação de talheres e utensílios de mesa, morreu em 1945 com 65 anos de idade e os filhos deram continuidade aos negócios até 1984 quando venderam para o Grupo Zivi), alça relevada em guirlanda de tulipas com terminação em volutas, base trípode e esférica, medindo 19 x 16 cm, sinais de uso, vide foto.
  • METAL PRATEADO, um (1) gomil liso, alça curvilínea, marca WOLFF (tradição desde 1894), medindo 20 cm altura, sinais de uso, vide foto.
  • PORCELANA, duas (2) saladeiras de tamanhos distintos, ornamentação floral policromada, marca de atelier nãoidentificado, medindo 24 cm e 26 cm diâmetro, vide foto.
  • DIVERSOS, uma (1) buzina tipo trombone para bicicleta, confeccionada em aço e borracha, medindo 18,5 cmcomprimento, não aparenta ter sido usada, funcionando, vide foto.
  • ARTE POPULAR RUSSA, uma (1) Matrioshka, boneca russa, brinquedo tradicional constituído por uma série de bonecas, que são colocadas umas dentro das outras, da maior (exterior) até a menor (a única que não é oca); a palavra provém do diminutivo do nome próprio Matryona; as diversas peças são as figuras que encarnam: desde figuras femininas vestidas com trajes tradicionais campesinos, a personagens de contos de fadas, até aos antigos líderes da União Soviética; na Sérvia a versão feminina é designada (babuchka), que significa "avozinha", enquanto a versão masculina é designada (dyeduchka), "avozinho", geralmente são confeccionadas em madeira de tília, sua origem se deu no final do século XIX, o primeiro exemplar se encontra atualmente no Museu do Brinquedo na Cidade de Sergiev Posad a menos de 100km de Moscou, considerado um dos maiores símbolos da Rússia, contendo duas acopláveis, faltando duas ou três e a oca é de conjunto diferente, medindo a maior 12 cm altura, vide foto.
  • CRISTAL OVERLAY, um (1) vaso floreiro na tonalidade azul sobre incolor, translúcido, lapidação dedão, sulcos e geométricos, fundo estrelado, apresenta diversos quebrados e colados, medindo 21,5 cm altura, vide foto.
  • COLECIONISMO, uma (1) caneta MONT BLANC  BALLPOINT PEN, lacrada e sem uso, original, ainda com livreto com garantia e instruções de uso, vide foto.
  • PORCELANA EUROPEIA, par (2) xícaras para café, ornamentação floral policromada, arremates com frisos aouro, marca BOHEMIA  Royal Ivory, made in Checoslováquia, medindo 19 cm diâmetro, ideais para coleção de cristaleira, vide foto.
  • JOIA, quatro (4) partes em OURO: 1 brinco de argola; 1 brinco de tarraxa com pérola; 2 (par) tarraxas, peso total2,2 gr., vide foto.
  • VIDRO, um (1) baleiro com tampa, tonalidade azul e translúcida, modelagem geometrizada, fundo e pega da tampa estrelados, medindo 12,5 cm altura, vide foto.
  • METAL PRATEADO, uma (1) travessa oval, marca FRACALANZA (tradição desde 1884), ornamentação relevada no padrão Império Napoleônico com frisos intercalados por X, medindo 41 x 27 cm, sinais de uso, vide foto.
  • COLECIONISMO, duas (2) canetas da marca PARKER: 1 tinteiro e 1 esferográfica, corpo em polímero na tonalidade verde, tampa em metal dourado (mossas na tampa da esferográfica), Indústria Brasileira, acondicionadas em estojo da Parker 45, sinais de uso, não testadas e sem garantia, vide foto.
  • ESCULTURAS, duas (2) para fixação em parede representando anjos musicistas, confeccionadas em resina policromada, medindo em média 9 cm altura, vide foto.
  • ESCULTURA, uma (1) figurativa representando dama e fidalgo, confeccionada em louça policromada, arremates a ouro, braço quebrado e colado, medindo 21 cm altura, vide foto.
  • GEMAS, seis (6) pedras lapidadas diversas: quartzo, fume, ametista, etc., totalizando aproximadamente 68 carats,vide foto.
  • VIDRO, uma (1) tigela opalinada, branca e leitosa, dita milk glass, ornada com esmaltação representando barrado vegetalista em silhuetas estilizadas na tonalidade azul, medindo 14,5 cm diâmetro e 8,5 cm altura, marca PYREX, made in USA, sinais de uso, vide foto.
  • VIDRO, duas (2) tulipas para cerveja, incolores e translúcidas, com propagandas distintas: PATRIZIER e DISTEL PILS, marca MARTIN (H. Martin Glass Design, fundada no ano de 1898 em Manage, Bélgica, por Henry Martin; em 1939 passou a fabricar no Brasil com sede em Cotia, SP), medindo 23 cm altura, ideais para coleção de bar, vide foto.
  • PALATNIK, uma (1) escultura em resina representando coruja, possui bicado na base, (Abraham Palatnik, Natal, Rio Grande do Norte, 1928, artista cinético, pintor e desenhista; em 1932, muda-se com a família para a região onde, atualmente, se localiza o Estado de Israel; de 1942 a 1945, estuda na Escola Técnica Montefiori em Tel Aviv e se especializa em motores de explosão e inicia seus estudos de arte no ateliê do pintor Haaron Avni; do escultor Sternshus e estuda estética com Shor; freqüenta o Instituto Municipal de Arte de Tel Aviv, entre 1943 e 1947; retorna ao Brasil em 1948, e se instala no Rio de Janeiro. Convive com os artistas Ivan Serpa, Renina Katz e Almir Mavignier, com este último frequenta a casa do crítico de arte Mário Pedrosa e conhece o trabalho da doutora Nise da Silveira, no Hospital Psiquiátrico do Engenho de Dentro; O contato com os artistas e as discussões conceituais com Mário Pedrosa fazem Palatnik romper com os critérios convencionais de composição, abandonar o pincel e o figurativo e partir para relações mais livres entre forma e cor. Por volta de 1949, inicia estudos no campo da luz e do movimento, que resultam no Aparelho Cinecromático, exposto em 1951 na 1ª Bienal Internacional de São Paulo, onde recebe menção honrosa do júri internacional; em 1954, integra o Grupo Frente, ao lado de Ivan Serpa, Ferreira Gullar, Mário Pedrosa, Franz Weissmann, Lygia Clark e outros; desenvolve a partir de 1964 os Objetos Cinéticos, um desdobramento dos cinecromáticos, mostrando o mecanismo interno de funcionamento e suprimindo a projeção de luz. O rigor matemático é uma constante em sua obra, atuando como importante recurso de ordenação do espaço. É considerado internacionalmente um dos pioneiros da arte cinética).

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